segunda-feira, 14 de setembro de 2009

o encontro com Deus




foi ante-ontem que me vi perdido novamente em algo que só pude supor ser o que São João da Cruz citou em sesu textos " a noite escura da alma", sim depois de uma conversa com meu pai espiritual na ubanda, depois de te-lo escutado com firmeza suas palavras fortes, o qual me tremo, pois ele me traz a lembrança de meu pai biológico mesmo, que por sinal nunca foi presente...sabia pelo que estava passando e sabia de cada palavra de conforto dele e seu cuidado sempre comigo...acredito que magoei ele deveras, depois de nao ter feito o que esperava que eu fizesse, chorei a noite inteira de decpção...

amanheci escutando todos os meus louvores mais góticos de uma fugidia vida obscura, escutei as musicas que poderia dizer anti-cristãs, e chamei antigos comparsas, sim e vieram até eu não aguentar a luz do sol ou mesmo dentro de casa e em minha total inutilidade e fragilidade, me escondi de todos de tudo, das coisas e dos santos, virei todos os quadros de minha casa e coloqui-os ao chão, escondi os santos, a s imagens de Buda, os orixás...minha casa enegreceu...e nela abtava a solidao e o medo...pra quem costuma frequentar a Casa da Colina de Fogo não reconheceria e tremeria com o aspecto triste e abominavel em que ela se tornou...chorei ate a minha amiga Leide chegar, e chorar comigos as questoes que nos aflingem...ate o momento em que ela me ajudou a chamar talvez a única pessoa que escutaria e me tiraria daquela profundidade de lastimas, vi minha amada guia que ate certo tempo via em fugidios relampejos, e falei com ela e senti seu amor, e ouvi suas frases e sua oração...e ela finalmente fez o que por muito tempo eu esperava, me dise seu nome com seu amor...e falou de suas vestes e as da lembrança que tenho dela em uma das nossas vidas passadas, os véus...o toque e meu amor por ela...

me senti bem e vivo com sua ajuda e iluminei minha casa, meus amigos preucupados chegaram, mas foi preciso estar so para que coisas pudessem me serem reveladas, coisas pudessem serem ditas , eu precisava de um momento sozinho nas trevas para que pudesse achar a luz... e talvez saber o que tenho passado estes ultimos dias...

a Leide comentou com meu habib que possa eu estar passando por testes dos espiritos guias, para verem se é o que quero, me ciolocando duvidas para saberem ate onde vou , ou ate onde eu piso...mas tenho certeza de meu caminho espiritual , esta é minha guinada que sigo adiante, ter duvidas , acredito serem normais...não disse que ia desistir, nem parar, nem tampouco desacreditar de nada...sinto só em desampontar meus guias , mas depois de ontem me reafirmei em minha vida, em meu modo de ser, e quero ser mehlor em varios aspectos...agradecendo a vida, a Deusa de minha Vida ao meu Deus Tão amavel e misericordioso...descobri o significado de seu nome, "senhora soberana"...obrigado silencio...aos amigos...



á Minha eterna Hairam e em memória de uma vida passada juntos...e por sua proteção e por quando voce me diz "voces árabes são tãos bobos"...

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

uma história de Allah...


Aprendi, certa vez, que sempre ao começar uma lenda, deve-se dizer: "Por Allah, Clemente e Misericordioso!" Pois, assim, começa minha história.
Vivia uma mulher nas belas terras do Oriente, sozinha preocupava-se apenas com os fracos e com os oprimidos. Allah, que tudo vê e tudo sabe, compadeceu-se com a solidão em que ela vivia e, ordenou a um Anjo que fosse a terra e lhe encontrasse um grande amor.
Um gênio maldoso ouviu a conversa e seguiu o Anjo em sua missão. Quando o Anjo chegou a terra, logo o dynn se aproximou e disse:
- Meun amigo, Allah mandou-me te auxiliar.
O Anjo inocente acreditou e juntos saíram à proura de um grande amor para aquela mulher.
O Anjo dizia:
- Não pode ser muito novo, mas tem que ser belo!
- Você está errado - dizia o dynn -, ela precisa de um belo jovem.
- Mas ela não é jovem!
- Por isso mesmo, gastou sua juventude com os outros, viveu para os outros, agora merece o melhor!
O Anjo concordou com o dynn e seguiram sua jornada.
Certo dia, o dynn fez com que ela olhasse para um rapaz e logo tratou de soprar-lhe o desejo. Percebendo que havia acendido as chamas da paixão, falou ao Anjo que havia encontrado a pessoa ideal.
- Ele é muito jovem! - disse o Anjo.
- Mas é semelhante à ela, triste, solitário, verdadeiro... - enquanto isso enfeitiçava o Anjo, ocultando-lhe os defeitos do rapaz. - Serão muito felizes!
O Anjo meio atordoado, aceitou.
Quando ela se encontrava, pela primeira vez, perdida nos braços do rapaz, o Anjo encerrava sua missão. Era chegada a hora de abençoar e partir. O dynn sugeriu:
- Como você foi o primeiro mensageiro de Allah, você deve abençoar a protegida Dele, como eu encontrei o seu amor, devo eu abençoar à ele.
O Anjo aceitou a condição e começou a proferir suas palavras de benção:
- Tu, mulher, amarás este homem como a nenhum outro, e dele nunca conseguirás afastar-te. Teu amor terá a força dos oceanos, o tamanho do Universo e a beleza das flores!
O dynn começa a proferir sua sentença às gargalhadas, restanto ao Anjo somente se calar:
- Tu, homem, rejeitarás e desprezarás o amor dessa mulher, ferirá seu coração e com ela ficarás somente esta noite!
Quando termina as palavras, deixa sua figura horrenda transparecer antes de virar fumaça.
O Anjo vôou para os jardins de Allah e lá recebeu o seu perdão por ter sido tão ingênuo.
Allah, entristecido com o destino da mulher convocou o Anjo da Morte dando-lhe a seguinte missão:
- Parta-lhe o oração em sete partes. Com a primeira faça a água no meio do deserto; a segunda transforme em tamareiras; a terceira em ouro; a quarta em véus coloridos; a quinta no mais requintado perfume; a sexta no mais saborosos manjares e, a sétima faça o sopro da Eternidade.
O Anjo cumpriu fielmente a missão que lhe foi dada. Contam que essa mulher ainda é vista vez ou outra no deserto, dando miragens para aqueles que agonizam ante o Anjo da Morte. De tempos em tempos ela renasce para cumprir, novamente, a mesma sina e depois retorna ao seu companheiro eterno o Anjo da Morte.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Narguilé


Narguilé é um cachimbo de água utilizado para fumar. Além desse nome, de origem árabe, também é chamado de hookah (na Índia e outros países que falam inglês), shisha ou goza (nos países do norte da África), narguilê, narguila, nakla, maguila, arguile, naguilé etc. Há diferenças regionais no formato e no funcionamento, mas o princípio comum é o fato de a fumaça passar pela água antes de chegar ao fumante. É tradicionalmente utilizado em muitos países do mundo, em especial no Norte da África, Oriente Médio e Sul da Ásia

A origem do Narguilé

O Narguilé tem origem no Oriente. Uma das versões é a de que o narguilé teria sido inventado na Índia do século XVII, pelo médico Hakim Abul Fath, como um método para retirar as impurezas da fumaça. Quando chegou à China, passou a ser utilizado para fumar o ópio, e assim permaneceu até a revolução comunista, no fim da década de 40. Na mão dos árabes, o cachimbo de água foi rapidamente incorporado para ser apreciado em grupo, acompanhado de café e prosa. Existem evidências históricas de narguilés na Pérsia e na Mesopotâmia. As peças mais primitivas eram feitas com madeira e um coco que fazia o lugar do corpo (o nome origina-se do persa nārgil, que significa "coco").[1]). Com o desenvolvimento das civilizações e as expansões territoriais (principalmente dos países europeus), o narguilé, já similar ao que conhecemos hoje (com base de cerâmica ou porcelana e corpo de metal), começou a ser divulgado, e trazido junto com especiarias como cravo e canela.[carece de fontes?]

As cruzadas também auxiliaram a espalhar o narguilé pelo mundo, quando os guerreiros sobreviventes traziam-no para seus países.[2] No Brasil, o narguilé foi trazido por alguns imigrantes europeus, e divulgado pelas colônias turca, libanesa e judaica.

[editar] Partes

O narguilé é formado pelas seguintes peças:

* Base (jarro ou vaso): peça central do narguilé; assemelha-se a um vaso. É onde se coloca a água (ou, embora não seja tradicional, com outros líquidos, como arak, sucos ou essências naturais). Geralmente é feita de vidro, metal ou cerâmica; algumas são ornamentadas com desenhos.

* Corpo: peça cilíndrica que sustenta o fornilho e conecta-se à base. Na base, projeta um tubo para dentro da água, que conduz a fumaça.

* Fornilho (rosh, cabeça ou cerâmica): peça de barro ou cerâmica onde coloca-se o tabaco e, por cima deste, o carvão em brasa.

* Abafador (laminito): Artefato em metal (muitas vezes descartados), geralmente alto para proteger a brasa do vento, evitando o consumo rápido do carvão.

* Mangueira (condutor): é por onde se aspira a fumaça. Uma ponta termina numa piteira, e a outra encaixa-se na parte superior do corpo do narguilé (acima da água). Pode haver mais de uma mangueira para que várias pessoas fumem juntas (porém estes com válvulas especiais, ou do contrário os usuários não poderão "puxar" a fumaça simultaneamente). Em narguilés usados em locais públicos, como bares, freqüentemente usa-se uma peça plástica removível na ponta da piteira, que pode ser lavada ou descartada a cada uso, ao contrário da mangueira em si, que não deve nunca ser lavada, pois pode oxidar, criando assim partículas de fuligem, que atrapalham a aspiração da fumaça.

[editar] Funcionamento

Quando se aspira o ar pela mangueira, reduz-se a pressão no interior da base; isso faz com que ar aquecido pelo carvão passe pelo tabaco, produzindo a fumaça. Ela desce pelo corpo até a base, passa pela água, onde é resfriada e filtrada, que retém partículas sólidas. A fumaça segue pela mangueira até ser aspirada pelo usuário e expirada logo em seguida.

[editar] Fumo

Há um fumo especial para narguilés, conhecidos popularmente como essência, usualmente feito com tabaco, melaço (um subproduto do açúcar) e frutas ou aromatizantes. Os aromas são bastante variados; encontra-se de frutas (como pêssego, maçã-verde, coco), flores, mel, e até mesmo Coca-Cola e Red-Bull. Embora também seja possível encontrar fumos não-aromatizados, estes progressivamente perderam espaço para os aromatizados, que hoje são muito mais populares.

[editar] Saúde

Os efeitos à saúde causados pelo fumo do tabaco são largamente conhecidos e se aplicam também ao uso do narguilé, contrariando a crença popular de que a água ajudaria a filtrar as impurezas do fumo, tornando-o menos nocivo à saúde[3]. Recentes estudos, inclusive, indicam que seu uso pode ser ainda pior para a saúde[4] do que o cigarro.[5]

Além do mais, a Organização Mundial de Saúde alerta[6] que a fumaça do narguilé contém inúmeras toxinas que podem causar câncer de pulmão, doenças cardíacas entre outras. E que, em uma sessão de narguilé - que pode durar de vinte minutos a uma hora – a quantidade de fumaça inalada corresponde a mesma inalada ao se fumar 100 cigarros comuns. [7]

A Academia Estadunidense de Periodontologia afirma que o uso do narguilé é comparável ao cigarro, em relação aos riscos de doenças da gengiva.[8]

George Loffredo, professor da universidade de Georgetown que conduziu estudo sobre o uso do narguilé no Egito acredita que, comparado ao fumante típico de cigarros, o fumante de narguilé expõe-se mais a toxinas como nicotina e monóxido de carbono.[9]

Contrapondo estes estudos, Kamal Chaouachi, pesquisador em socio-antropologia e tabacologia, entende que, embora o narguilé tenha efeitos nocivos à saúde, é possível que eles sejam menores que os do cigarro (por exemplo, em relação ao câncer de pulmão).[10] Ele tece ainda severas críticas aos principais estudos sobre o narguilé (inclusive à nota da Organização Mundial de Saúde citada acima[11]). Segundo ele, a maioria deles têm problemas metodológicos (como não distinguir entre usuários exclusivos e os que são fumantes ou ex-fumantes de cigarros) e ignoram os resultados de importantes estudos sociológicos, etnológicos e antropológicos sobre o assunto.[12]

[editar] Presença na cultura
As tendas abertas por diante deixavam ver os grandes lustres pendentes, os tapetes da Meca e de Damasco, onde se encruzavam as soberbas figuras dos xeques, fumando gravemente o narguilé.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Procurado por tudo de ruim que acontece!

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

depois de um dia chuvoso...


...atualmente tenho me voltado novamente para uma cultura que me apego muito em ralação a musica e isolamente deste povo...a cultura arabe me fascina pelos costumes enqanto a India pra mim é mais a espiritualidade, a crença...Allah, Aisha e tudo que toca por ali me completa...escutei muito amr diab, lorenna mckennitt em sua viagem a Istambul e sua busca pelos celtas por ali...minha guia espiritual é do Oriente médio...ela ainda se encontra em silencio...e minha vida tem se tornado um enigma com relação as pessoas e os ajustes que tenho dado, as coisas não resolvidas, os sonhos não encontrados, a essencia de Deus sentida em um plano existencial da alma...li a pouco que os santos passam por noites sombirias da alma...serei eu santo, será depressão, duvidas? solidão? talves meu mapa astral até me fale alguma coisa de útil...sobre esta ociosidade que me avssala a alma dentro de uma casa sem nada o que fazer...minha vida, minha existencia, meus planos tem sido posto em prova! sim tenho certeza disso...tenho certeza que prefiro perder minhas amizades que durariam a vida toda para poder viver o sonho de não ter que lembrar de ninguém...cartas, e-mails, bilhetinhos..cafés, encontros, pessoas...tudo tem estado muito confuso...

estou lendo muito sobre Deus, sobre o misticismo das religioes e tenho observado calmo e sereno como aqueles que estao do lado de fora o fazem, ponderando sobre o que olha de frente e talvez nem deva ver...estou sem olhar direito para as coisas, a inercia de uma vida afortunada pela fé mas vazia no que se refere a vida material? uma vez disse ao thiago "o que construí na minha vida?"

será que todo mundo passa por isso?...
me lembrei agora de uma oração mulçumana em um livrinho que tenho sobre paz, acho que vou dar uma lida, e possivelmente melhorarei mas tarde, sempre acontece. talvez esteja cansado de algumas coisas, repetidas..e nem sei oque escrevo pois depois passa...

terça-feira, 28 de julho de 2009

um sonho ou dois


estava tendo uns sonhos meio estranho, que na verdade eram continuação de sonhos antigos, sempre sendo perseguido ou me escondendo... um gatinho meu morreu do nada na tarde de ontem logo após eu chegar do mercado...orei aquela tarde,para que ele melhorasse até por que uns dias atraz outro adoeceu, e milagrosamente esta comigo ainda...

hoje eu sonhei que estava em uma especie de loja, e que algumas pessoas tentanvem entrar, mas eu tinha que ascender velas, um local cheio de imagens e muito bonito...imagens de pretos-velhos, iansã, buda, a deusa mãe, sao francisco de assis, madre tereza, um sibolo de allah...e dentre tudo isso, eu me animava por estar ali dentro e comecei a ascender velas a todos e também no chão como se fosse para os elementais da terra do fogo, da agua e do ar e cada qual com sua cor respectiva...me senti junto a minha Deusa amada e reverenciada pelos meus labios...me senti bem e como se significasse uma proteção...dormi depois de dias em que isso não acontecia...que os Deuses me protejam e me abencõem junto aos meus amigos e familiares...

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Chai em "Caminho das Indias"



Bebida popular na Índia, o chai está sempre presente nas cenas de “Caminho das Índias”, inclusive servindo como motivo de intriga na casa dos Ananda. Quem não se lembra da Surya (Cléo Pires) colocando sal no chai preparado por Maya (Juliana Paes)?

Passado muitas vezes de geração para a geração, o preparo da bebida faz parte da tradição familiar. Justamente por isso não há uma receita única. Mas posto aqui uma de suas inúmeras versões:

Ingredientes: 250 ml de água, 250 ml de leite, 1 pau de canela, 1 raiz de gengibre ralado, 2 sementes de cardamomo em pó, 3 cravos-da-Índia, 2 colheres de chá preto (ou dois saquinhos), açúcar a gosto.



Modo de preparo: Aqueça a água. Quando estiver quase fervendo, adicione a canela, o gengibre, os cravos-da-índia e o cardamomo e, então, deixe ferver. Junte o chá preto e deixe em fogo brando por, aproximadamente, 5 minutos com o recipiente fechado. Acrescente o leite e deixe aquecer sem atingir a fervura durante alguns minutos. No fim coe, coloque o açúcar a seu gosto e sirva ainda quente.